quinta-feira, 13 de junho de 2019

A busca...

(Fonte: Pinterest)

A busca da Alma por meio do eu (ego) encarnado é expressar-se criativamente através das crenças que carrega e a partir desta expressão adquirir virtudes para sua trajetória evolutiva. Para a Alma não importa se o eu encarnado aprenderá, por exemplo, a paciência atravessando uma doença séria ou aguardando na fila do banco. Para Ela, eterna e ilimitada, não é um problema se o "eu" aprenderá o perdão sendo abusado ou numa discussão entre amigos. O ego (eu encarnado) como aspecto e expressão da Alma é quem, neste plano em que atua e que vivemos, sofre pelos desafios, dores e angústias criados pelo seu próprio sistema de crenças. Se o aprendizado é conquistado e a virtude adquirida, o padrão/karma se encerra. Uma questão comum é carregar crenças ancestrais e históricas de que o aprendizado vem através do sofrimento, de que a dor dignifica, de que a vida nunca é fácil, etc. Mas, se é possível acessar estas crenças e liberá-las, o aprendizado pode ser vivido com leveza e facilidade. Os desafios tornam-se outros. O sofrimento deixa de ser peça-chave para a evolução. Afinal, o que importa para a Alma é se expressar e aprender suas potências e virtudes, não importa como, contanto que as adquira para seguir.

Quer se dar a oportunidade de transformar a sua realidade e aprender da melhor e mais elevada maneira?

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Deus...

(Fonte: Pinterest)

O Universo (Deus, Vida, Tao, Todo, Criador, Ísvara, etc.) para quem fazemos pedidos e orações não está separado de nós. A percepção de lá e cá, dentro e fora, eu e o outro, eu e Deus é uma perspectiva da mente que compreende este plano da existência através da dualidade. É parte deste plano a realidade e a expressão dos opostos para a partir deles compreendermos a própria Unidade. Assim, os milagres, a abundância, o Amor, as curas não vem exatamente de longe, lá do alto, distante e fora de cada um de nós. O Universo como a sua própria extensão lhe dará de acordo com as crenças (conscientes e inconscientes) que você se identifica, isto é, com aquilo que você intimamente acredita merecer e ser possível. Ou seja, a Vida lhe dá de acordo com o que você permite e aceita. Isto equivale dizer que os cenários, situações, personagens e padrões são criados por você e para você de modo consciente e, sobretudo, inconsciente. Aquilo que você deseja que não é manifestado tem relação com as crenças inconscientes que limitam a sua expressão e experiência neste plano. Quando olhamos para a nossa jornada de autoconhecimento e melhoramos a relação conosco acabamos por melhorar a nossa relação com os outros, com a Vida, com Deus. Daí a compreensão "holística". Você não está separado do Criador como a tela está de um pintor. Você é a expressão dele como a dança é de um dançarino. E ainda assim, vale frisar, você não é parte do Todo; você é a EXPRESSÃO do Todo. O que faz - e muita - diferença. Citando Meister Eckhart: o olho com que vejo Deus é o mesmo com que Deus me vê.

O que você tem feito para (se) ver melhor?

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Crenças...

(Fonte: Pinterest)

Uma crença subconsciente é a energia/informação com que o Ser (Consciência) se identifica e aceita como verdade, criando sua realidade a partir desta identificação. A analogia é a de um programa instalado e executado no sistema operacional de um computador. Se o programa é "bom" ou "ruim", "justo" ou "injusto" é indiferente para o sistema que irá executá-lo sem distinções. O Ser cria e se expressa através do seu sistema de crenças que compõe-se de 4 níveis. O nível central é formado pelas crenças adquiridas durante a infância e neste tempo, podendo ser descriadas e recriadas facilmente. O nível genético é o conjunto de crenças e padrões da nossa ancestralidade que, inclusive, referem-se às informações do DNA. O nível histórico compõe-se das informações de vidas passadas e do campo do (in)consciente coletivo. O nível de Alma é uma identificação profunda do que a pessoa "é"; crenças que acompanham a pessoa ao longo das vidas, planos, eras, etc. Um exemplo entre inúmeros é a da pessoa com questões financeiras. No nível central ela pode carregar a crença de que é um fracasso por uma experiência vivida na infância onde se sentiu assim e com isto se identificou. No nível genético ela inconscientemente se sente pertencente à família através da pobreza - já que seus ancestrais todos foram pobres. No nível histórico dela estão instaladas crenças como "o dinheiro é a raiz de todo o mal" ou "só os pobres herdam o reino dos céus". A partir desta compreensão é possível acessar estes 4 níveis e trabalhá-los através do Thetahealing, liberando crenças que criam a realidade de modo limitado, seja qual limitação for (física, psicoemocional, relacional, de escassez, etc). A cura e as transformações são possíveis.

@gugliantunes
(13) 99660 0968

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Vínculos de Amor...

(Fonte: Pinterest)

Aquilo que acontece conosco entre a concepção, gestação, parto e os primeiros anos de vida tem profunda influência sobre a nossa história. Desde o ventre, o bebê recebe as impressões da mãe, do pai e do mundo. Desde lá, estabelecem-se os vínculos de afeto com a mãe. Se, por exemplo, a mãe sofre um trauma, experienciará o trauma o bebê. Se a mãe o rejeita, experienciará a rejeição. O ambiente psicoemocional é imprescindível para a vida que será vivida. E ainda que a mãe ame e aceite o bebê é possível que, por diversas razões, os vínculos de amor não se formem de maneira adequada, facilitando com que seja buscado durante a vida este amor de modo não saudável, algumas vezes desenvolvendo até mesmo comportamentos autodestrutivos. O vínculo de amor materno é essencial para o amor próprio, para a saúde física e para as relações. A cura de traumas vividos pelo bebê abre espaço para as demais curas ao longo da vida.

É possível acessar estas memórias/traumas e liberá-las. É possível estabelecer vínculos de amor que não foram estabelecidos naquele momento. É possível dedicarmos o olhar para a maneira como chegamos ao mundo e transformar o presente. Sim, é possível. ;)

@gugliantunes
(13) 99660 0968

segunda-feira, 3 de junho de 2019

O corpo canta...

(fonte: Pinterest)

As células e órgãos do corpo carregam as crenças e memórias daquilo que vivemos desde a concepção e de outras existências nossas, bem como também carregam as memórias da nossa ancestralidade. Há uma sabedoria em nosso corpo possível de ser acessada através do coração. A escuta sensível do coração através da presença permite que o corpo se expresse e as emoções contem suas histórias. Ao nos colocarmos neste estado de presença, não há emoção boa ou ruim, certa ou errada, melhor ou pior. Cada uma tem sua razão e sua serventia para o Ser, ainda que na superfície da consciência isto não faça sentido ou não se compreenda de pronto. A escuta amorosa dispensa os julgamentos permitindo, por isto, que as emoções sejam caminho para a própria cura e para esta sabedoria que habita em nós. Isto não é uma alegoria ou algo para monges iniciados no Himalaia. Isto está disponível para quem estiver disponível para isto.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Pais & avós...

(Imagem: autor desconhecido)

Seremos os pais e avós daqueles que ainda virão. Seremos os ancestrais como são nossos pais e avós. Assim como contamos suas histórias, contarão as nossas. Somos a soma de todos e de cada um, daquilo que fizeram, daquilo que sentiram, daquilo que morreram e do que também celebraram. Não apenas herdamos seus olhos castanhos ou a pele negra, carregamos a sobrevivência que tornou-se também a nossa. Carregamos suas vitórias e derrotas. Carregamos a nutrição do amor e também sua falta. Os padrões ancestrais que se apresentam como nossos sem nos darmos conta é o convite para aprendermos a generosidade de (nos) acolhermos, sabendo que, embora distintos os papéis, nomes e cenários, embora distintos os personagens, somos todos dignos da nossa identidade, da nossa história, da nossa jornada, como expressão singular e plural da Unidade.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

A experiência...

Eu neguei por vários anos o Natal. Com a rebeldia de um adolescente o rejeitei convenientemente alegando a hipocrisia das pessoas, o desperdício de comida, o amigo secreto compulsório, a televisão ligada em programas sem graça, etc. Eu, todo trabalhado no mimimi, dei foco no que queria enxergar e, oras, enxerguei e vivi exatamente o que escolhi para mim. Reclamei como se a experiência do Natal fosse independente do meu próprio olhar e do que, de alguma maneira, escolhia acreditar. O que eu percebi - e que compartilho com vocês - é que não sou refém de nenhuma experiência porque sou eu que a escolho e dou atenção para o que quero dar. Se insisto com a atenção em algo que me desagrada, este algo que me desagrada persiste. Hoje, percebo que posso criar o meu Natal, a minha experiência de Natal, sem reforçar, persistir ou insistir no que não quero. Dou atenção ao que me é valioso, ao que me nutre, e descubro ainda que posso criar um cenário onde não preciso engolir a seco a hipocrisia alheia e nem discuti-la, ou que me permito dizer "não" para aquilo que não quero participar. E, de alguma maneira, isto se dá com a nossa vida inteira. Qual é a experiência que tenho escolhido criar para mim? O que me faz por atenção e insistir no que me desagrada? Como posso ter mais do que me deixa feliz e por isto mesmo, compartilhar com quem gosto?

Aos que compreenderam a mensagem e aos que não, desejo de coração uma generosa e divertida experiência de Natal. Seja lá como você decida vivê-la.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Ela...

A minha esposa quando sorri revela seus 452 dentes. Não é deboche, nem ironia. Seu sorriso é tão lindo que quando sorri se mostram, numa ilusão de ótica, os 833 dentes da sua boca harmônica e simétrica. Além do charme, é claro, há muito o que dizer. Anna desmente aquela teoria de que quem faz muito não faz nada direito. Acupunturista, fotógrafa, editora, pintora, massoterapeuta, chef, thetahealer, bailaora flamenca. Anna, com excelência, canta, dança, representa e desensina certezas empoeiradas abrindo espaço para a minha própria luz. Anna me convida às cores, à cura, à celebração. Já me deu a vida, a voz, a vez, o peito e os amanhãs. Anna é janela, café, colo, asa e céu. Anna se veste de sol para me amanhecer, diariamente. E sendo o dia dela, hoje, o dia é meu. De celebrar os seus plurais, o nosso amor e a minha felicidade por tê-la ao lado. Por ser a nossa casa o altar de cada um dos nossos sonhos. Por ser o seu nome a minha inteira prece. E eu, aqui, escrevo para lembrá-la de quem ela é quando às vezes se esquece. Aqui, acendo a poesia e as palavras para iluminá-la para que o lume revele aos seus olhos a mulher que é. Isto tudo já declarado nas entrelinhas. Isto tudo a ser confessado no meu sorriso quando a vejo. Um sorriso imenso, mas com bem menos dentes na boca.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Terapeuta...





Eu não estreio agora. O que pode lhes ser surpresa, na verdade é um anúncio. O que pode lhes parecer uma novidade, para mim é caso antigo. Desde 2005 que investigo as dimensões de cada um de nós e com elas trabalho. Não à toa e de alguma maneira a literatura tornou-se a expressão e o registro do que absorvi e me apropriei nesta trajetória. O Reiki, a Apometria, as Barras de Access, o Thetahealing são técnicas que vivencio ao longo destes mais de treze anos. Umas a mais tempo que outras. Outras de modo mais intenso que umas. O fato é que me sinto à vontade não só pelo tempo em si, mas pelo que estudei e o quanto estudei, onde trabalhei e com quem trabalhei, o que vivi e como vivi, para divulgar o que com estas práticas posso vir a facilitar no processo e na jornada de cada um.

O que nunca lhes contei diretamente nestes anos todos venho a vocês com muita felicidade publicizar. E o que disto se trata, então? 

De um convite. 

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Deus também bebe café

"Este livro encerra um velho-eu e dispõe-me para um novo. Do compromisso com as letras, satisfeito me dispenso. Os caminhos pedem-me diverso do que até ontem entre linhas me confessei. "Deus também bebe café" é uma cifra, um segredo, uma combinação e um convite para as verdades maturadas que bebi e aprendi a beber nesta última década e que oferto a todos os de olhos bem atentos. 

Provai e vede. Seja de Deus, do café ou deste próximo, último e inédito livro."

terça-feira, 13 de março de 2018

Deus também bebe café

"Deus também bebe café"

O livro é fruto de um Adão improvisado a versar sobre tudo o que veio após o Éden. Do Império Romano à mesa de bar. Das teorias da conspiração às xícaras de café. Deus é capítulo para seus crentes e descrentes. Assim como o amor. Um livro para atravessar o tempo e o peito como espaço sagrado para as verdades que nos confessa a literatura.

Sem qualquer arrependimento.
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Meu quarto e último livro a ser publicado pela Editora Penalux.
R$ 45,00 reais já com o frete para qualquer lugar do país.
A quem interessar, mande mensagem.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Deus também bebe café

"Deus também bebe café"
O meu quarto, próximo e último livro.
Lançamento em abril, pela Editora Penalux.

Pré venda aberta. R$45,00 com frete incluído e dedicatória.
A quem interessar: guglicardoso@gmail.com