A dor que insiste em permanecer é aquela que mais fala de ti. Escutar a verdade que ela insistentemente sussurra nas entrelinhas é o que lhe dará o direito a deixá-la para trás.
terça-feira, 11 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
A vigésima segunda visita da generosidade...
Uma releitura generosa dos óbvios.
O meu terceiro livro, pela Editora Penalux.
O meu terceiro livro, pela Editora Penalux.
A pré-venda está aberta.
R$ 42 reais já com o frete.
A quem interessar,
mande e-mail: guglicardoso@gmail.com
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Devoção...
éramos tão novos e já amávamos um amor antigo.
aqui,
peço que olhes o teu reflexo nos meus próprios olhos:
não há intimidade maior do que olharmos juntos para o que se ama.
na ausência tua,
os lugares todos te reconhecem
(e eu neles não me reconheço mais)
diga-me amor,
de que país se é quando se ama assim?
a palavra é impaciente quando não escutas,
o sossego é incompleto quando não estás
quando regressas
beijo-te dez segundos
e sou feliz para sempre
prometo amar-te até
a última folha do calendário,
e a primeira
prometo amar-te até
o último limite,
e amar-te quando
não houver nenhum limite mais
na aritmética exata dos desejos
a geometria perfeita do teu corpo no meu;
se te desenhasse seria um homem completo
trazes-me
a fome absoluta. o prazer absoluto.
a entrega à vida
debaixo de uma lua só nossa
tua silhueta brinca-me com as sombras
nas cores rubras do abajur do quarto
por debaixo desta luz
minha devoção:
Deus é uma bailaora.
sábado, 1 de abril de 2017
A vigésima segunda visita da generosidade...
"A vigésima segunda visita da generosidade"
Uma releitura generosa dos óbvios.
À força do instante,
inesperado o saber
das asas.
A quem interessar possa, mande-me mensagem:
quarta-feira, 29 de março de 2017
Carta IV...
[...] a outra coisa é que iremos atrair para a nossa vida as experiências que confirmem as crenças que temos sobre nós. A repetição dos padrões e frustrações se dão por conta das questões interiores que para cada uma delas ainda não olhamos profundamente e com generosidade. O que penso é que ciente dos nossos engessamentos poderemos mudar a narrativa emocional que andamos a escrever e a repeti-la diariamente. Dissolvendo os nós e libertando-nos do passado, ganhamos a liberdade e o espaço para permitirmos que o novo realmente venha. Quanto mais olharmos para nós, melhor enxergaremos a vida. Quanto mais nos amarmos, mais o amor poderá chegar. Creio que esta seja a lei.
(Carta a uma amiga)
sexta-feira, 24 de março de 2017
Companhia...
Enquanto bebo uma cerveja, aguardo o amor vir sentar-se do outro lado da mesa. Não carece saber o que me dirá em seguida. O que quer que me diga será o suficiente.
Afinal, não é sempre que o amor nos faz companhia.
Afinal, não é sempre que o amor nos faz companhia.
terça-feira, 21 de março de 2017
segunda-feira, 20 de março de 2017
Emocionais, é claro.
A previsão do tempo nos permite escolhermos ou não os guarda-chuvas. Apenas isto. Sem garantias, como gostariam nossas ansiedades. Sem certezas, como precisariam nossos controles.
A previsão do tempo é apenas um pretexto para prevermos.
Somos dependentes das previsões e receitas de bolo.
Emocionais, é claro.
A previsão do tempo é apenas um pretexto para prevermos.
Somos dependentes das previsões e receitas de bolo.
Emocionais, é claro.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Humanidade...
Amar alguém é amar todos os outros. Assim como matar alguém é matar todos os outros. Isto se considerarmos a humanidade que nos atravessa indistintamente como uma verdade que nos comunica e nos define.
(Um atrevimento como resposta ao pensamento de Albert Camus)
segunda-feira, 6 de março de 2017
E não o contrário...
O amor perdeu o amor.
O amor perderá o amor. Os amores.
O amor se perderá.
Mas, o amor jamais perderá o amar.
E o amar há de perdoar o amor.
É o verbo quem nos salva das desesperanças.
Uma e outra vez e cada vez mais. Sempre.
É o amor quem nos conjuga no tempo, e não o contrário.
É o verbo quem nos salva das desesperanças.
Uma e outra vez e cada vez mais. Sempre.
É o amor quem nos conjuga no tempo, e não o contrário.
sábado, 4 de março de 2017
quarta-feira, 1 de março de 2017
Sensatez...
O perigo de ser um excessivo sonhador era não viver o bastante para redimir-se de qualquer coisa que não havia lhe dado outro futuro e melhor oferta ao peito. O risco era bastar-se com suas interiores ilusões e invisíveis esquecimentos, prendendo a vida imensa no limitado da própria cama. Era nítido o contraste disto com as esperanças; estas que não permitia entrada no quarto a despertá-lo para continuar a procura de melhores destinos e algum amor.
Assinar:
Postagens (Atom)




