quarta-feira, 5 de junho de 2019

Vínculos de Amor...

(Fonte: Pinterest)

Aquilo que acontece conosco entre a concepção, gestação, parto e os primeiros anos de vida tem profunda influência sobre a nossa história. Desde o ventre, o bebê recebe as impressões da mãe, do pai e do mundo. Desde lá, estabelecem-se os vínculos de afeto com a mãe. Se, por exemplo, a mãe sofre um trauma, experienciará o trauma o bebê. Se a mãe o rejeita, experienciará a rejeição. O ambiente psicoemocional é imprescindível para a vida que será vivida. E ainda que a mãe ame e aceite o bebê é possível que, por diversas razões, os vínculos de amor não se formem de maneira adequada, facilitando com que seja buscado durante a vida este amor de modo não saudável, algumas vezes desenvolvendo até mesmo comportamentos autodestrutivos. O vínculo de amor materno é essencial para o amor próprio, para a saúde física e para as relações. A cura de traumas vividos pelo bebê abre espaço para as demais curas ao longo da vida.

É possível acessar estas memórias/traumas e liberá-las. É possível estabelecer vínculos de amor que não foram estabelecidos naquele momento. É possível dedicarmos o olhar para a maneira como chegamos ao mundo e transformar o presente. Sim, é possível. ;)

@gugliantunes
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