sábado, 3 de junho de 2017

Nunca mais...

A lágrima. O gesto. O outro. O peito. O tempo. O final. Era a última conversa sobre a última tristeza a dois. A necessidade de salvar o coração. A negação. A rua cheia de gente e os dois. E o final. O desespero do amor para ressuscitar o peito. A negação. A insistência. As lágrimas. Os gestos. O outro. O peito. O silêncio. E a despedida. A negação. A despedida. A insistência. A negação. As lágrimas. O frio. O aniversário dela. Ontem. E nenhum abraço. Não mais. Nunca mais.

Um comentário:

B. disse...

Intenso, sucinto e tão angustiante. Estou sobrevivendo a esta situação também. Terminar quando se ama, é dilacerante. Força!