domingo, 23 de abril de 2017

Maturação...

Seria possível dizermos que não há medos e ansiedades? Olharmos para tudo o que vivemos com nossos pais e aceitá-los, entendê-los e perdoá-los? Seria possível afirmar que nos vemos livres da carência, dos ciúmes, das irritações, do egoísmo? Conseguiríamos aceitar com generosidade aquilo que se viveu, errou e sofreu sem culpas, mágoas, ressentimentos e tristezas?

Qual degrau estamos? E qual acreditamos estar?

A resposta, guarde para devida maturação.

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