O perigo de ser um excessivo sonhador era não viver o bastante para redimir-se de qualquer coisa que não havia lhe dado outro futuro e melhor oferta ao peito. O risco era bastar-se com suas interiores ilusões e invisíveis esquecimentos, prendendo a vida imensa no limitado da própria cama. Era nítido o contraste disto com as esperanças; estas que não permitia entrada no quarto a despertá-lo para continuar a procura de melhores destinos e algum amor.
quarta-feira, 1 de março de 2017
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