Saber-se é como procurar jarro antigo metido numa garagem que não visitamos, filho. No inútil, melhor nos reconhecemos e, isto, dá-nos razão das esperanças. Porque não nos sabemos com a audácia da precisão, havendo sempre espaço para as belezas e outras categorias de virtude.
domingo, 8 de janeiro de 2017
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