Sabes, aquieta-se o tempo só para admirar-nos
e nos teus beijos em que renasço outro
e nos teus abraços em que refaço o mundo
calam-se os desnecessários verbos e outras mudas certezas,
pois, de sonhos falamos sobre a pele,
os desejos sopramos pelo ar.
Sabes, na tua boca bebo da própria poesia,
e os meus silêncios cantam todos para ti.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
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