A pessoa se atira ao precipício pelos seus próprios tropeços e crê que a vida lhe enviará brancas andorinhas para que numa se segure e, assim, salve-se da queda.
A realidade lhe manda urubus e ela, por isso mesmo, os ignora diante da espera pelo socorro que não enxerga porque crê.
O precipício a engolirá sem distinção de credo.
A realidade lhe manda urubus e ela, por isso mesmo, os ignora diante da espera pelo socorro que não enxerga porque crê.
O precipício a engolirá sem distinção de credo.


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