[...] porque nós tão descrentes do amor que ao enxergarmos um, ainda
que ao longe, mesmo que não o nosso, dá-nos o sutil saber de que a
descrença é apenas passageira.
Ao celebrarmos o amor do outro nos enfeitamos para o nosso.
"Coisa rara e bonita é a gente poder se comunicar por meio da alma, sem que palavra alguma necessariamente aconteça." (Ana Jácomo)
"Que bom você poder beber e se enfeitar das minhas palavras que guardam nas entrelinhas, vento bom. Porque eu também sou vendaval". (Guilherme Antunes)
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