Os olhos fechados servem para evadir-me. Ocupo-me
para justificar as fugas. Mudo de amor por covardias e permaneço neles
pela mesma razão. Recuo sempre como se sempre seguisse adiante. O que
desaprendi contigo me ensinou como nunca, mas para nada.
Diga-me: quem sou eu quando não estás?

Nenhum comentário:
Postar um comentário