domingo, 10 de julho de 2016

Quando...

Os olhos fechados servem para evadir-me. Ocupo-me para justificar as fugas. Mudo de amor por covardias e permaneço neles pela mesma razão. Recuo sempre como se sempre seguisse adiante. O que desaprendi contigo me ensinou como nunca, mas para nada.

Diga-me: quem sou eu quando não estás?

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