Se a rosa não aceitasse seus próprios espinhos não poderia ela revelar sua beleza e, sentindo-se culpada pelo que é, desejaria ser outra que não a si mesma.
Assim, a rosa viveria ocultando parte do que é e sofrendo por isto, incomodando-se por ver nas outras rosas aquilo que também carrega.
Adoeceria a rosa por recusar-se, sentindo-se menos exatamente por negar seus inteiros, acreditando não merecer qualquer jardim ou primavera.
Assim, a rosa viveria ocultando parte do que é e sofrendo por isto, incomodando-se por ver nas outras rosas aquilo que também carrega.
Adoeceria a rosa por recusar-se, sentindo-se menos exatamente por negar seus inteiros, acreditando não merecer qualquer jardim ou primavera.


Um comentário:
força e fé!
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