Quero agarrar-te pelas tripas e interrogações do teu peito há tanto presas.
Quero que o mastigue e o devore e cuspa aquilo que te amarga.
Quero devolver-te verbos desaparecidos.
Quero ajudar-te a recuperar desejos perdidos
e sonhos amarelados.
Quero ensinar-te rotas de fugas
e apontar coragens.
Anseio por tirar-te da condição de rascunho,
de fração, de fraude, de que já é tarde.
Use-o como mapa dos territórios das verdades que te compõem.
O que acontecerá ao encontrá-las, não saberei dizer;
porque dei conta apenas da metade,
para que te ocupes com a outra
reconhecendo os teus próprios inteiros.
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