domingo, 10 de abril de 2016

Recadinho...

Amigs,

Vejo gente neste vale de lágrimas, também chamado de redes sociais, a publicar cousas alheias sem o devido crédito. Vejo uma, duas, três, quatro, cinco, seiscentas e oitenta e três vezes a mesma coisa. Por semana, por dia, por hora, por minuto.

Desta patuléia efervescente e vitaminada, há aqueles que fazem de caso pensado, premeditadamente, esperando o reconhecimento e a glória que não lhes pertencem.

A estes, desejo de todo o meu coração o mármore do inferno.

E há outros, fulanílsons de coração ingênuo, para quem vai o meu recado: não, meu caro! A vida é mais do que isso e pede mais de ti. Se você se empenhou em copiar e colar - transcrever é para os fortes! - o texto, faça a gentileza de dar o crédito. Seja ao falecido, ao moribundo ou ao muito vivo. As suas mãos nem suas ações da Petrobrás irão cair. Eu lhe asseguro.

A sua atitude inocente pode virar uma confusão dos diabos quando outros a partir da tua publicação começam a levar embora as palavras emprestadas.

O que era Shakespeare vira Pedro Bial. O que era Drummond vira Jô Soares.
Deus nos livre e guarde.

A semente quando semeada já leva consigo o nome de sua flor.

Atenciosamente,

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