Às vezes reagimos ao presente por conta - sem nos darmos conta - de algum passado incômodo que conosco trazemos preso, na tentativa de nos protegermos de que se repita já se repetindo no instante mesmo que em razão dele reagimos, deixando nós de respondermos plenamente ao aqui e vivermos às demandas do agora.
Quão
presos estamos às ausências e dores que por não termos ainda nos
despedido levamos de alguma maneira para as nossas atuais relações como um
padrão, como escolhas a atraírmos e criarmos sempre as mesmas situações ainda que com outros personagens e cenários, seja para nos confirmarmos diante de cada uma delas ou para tomarmos ciência das repetições e então delas nos libertarmos?
Por enquanto, o presente está logo ali.
Por enquanto, o presente está logo ali.

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