Eu não sei ao certo quando é que ponho a matar-me um pouco de mim ou avivar-me naquilo que escrevo. Confundo as confissões com os sonhos, estes com as verdades e aquelas com as mentiras. Dissolvo-me no sutil território das minhas afirmações. Permito-me nas negações de que me aproveito.
Para antes de um ponto final, busco saber quem sou.
Para depois dele, desconheço-me.

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