[...] e não mais houve leveza entre eles quando passaram a esperar um do outro por alguma coisa. A armadilha era essa: buscaram se assegurar da espontaneidade amorosa do início com garantias de que pudessem esperar no amanhã aquilo que no ontem haviam sentido. A leveza em nós pousa exatamente por não a convocarmos e ao desejarmos por ela não a encontraremos, pois, teremos nós pelo próprio desejo a afastado. A leveza é uma distração festiva daqueles que tanto se gostam, sem qualquer compromisso na agenda.
sábado, 19 de dezembro de 2015
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