segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Hoje não...

Amo-te pela poesia das coisas ditas como se não houvesse nunca dito antes palavra: uma importância, um significado, uma realeza, uma andorinha sequer a partir dos lábios contente e fazer-me céu. Vivi com silêncios como luto inconsciente por não saber de ti. O que viesse a dizer me era velha página de jornal, formalidade, preenchimento, um catálogo de conveniências necessário para sobreviver aos dias.

Uma espera, no melhor das hipóteses e esperanças.

Hoje não.
A minha palavra é celebração.

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