terça-feira, 24 de novembro de 2015

Da sabedoria dos rios...

O amor deveria assemelhar-se ao riacho que se desenha por entre as curvas isentando-se das culpas por não caminhar em linha reta, pois, no fundo sabe do seu inevitável destino em ser mar. O amor ganha forças com o que foi mas, tal qual a sabedoria das águas, nunca olha para trás.

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