sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Travessias...

Podia ser que o amor germinasse e estivesse árvore a deter-se nas alturas. O medo seria zangada andorinha com desejos vazios de castigar nuvens. A beleza do amor atrairia a sorte: é somente disso que precisamos para as travessias, não? O destino tratar-se-ia de um abismo feio sem esta ventura. Até a morte cá chegar seria um longe. Até a esperança cá chegar seria um longe. A sorte no amor é precisar urgentemente do futuro. E tê-lo desde já.

O azar seria uma pressa de fugir.

Nenhum comentário: