segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Quentinho...

Eu não vejo palavra que não seja colo, e poesia que não seja abrigo. Seja uma frase que nos abrace, ou um verso que nos namore e nos leve pra passear. Eu não vejo palavra que não seja perfume, sabor, caminho, cor, leveza e carinho em que até nos dias cinzas e frios de nós, usamos da poesia como aconchego quentinho pra longe de descoloridas tristezas...

Um comentário:

Alexandre Lucio Fernandes disse...

Toda palavra é colo que acolhe, é colcha que nos acoberta. Um mundo suavizado, refletido, contornado pelo carinho de uma grandiosa paz. Ser palavra é encontrar. É ter. Palavra que lavra soluções, nosso abraço sem fim - e caloroso.

Belo poeta!