domingo, 9 de junho de 2013

Das intimidades...

A palavra nunca é impessoal, distante, independente. Elas acontecem em nós em seus efeitos, como uma continuidade de nós que se dedica a existir para os nossos inteiros olhos. A literatura guarda nossos sonhos, ilumina a razão, explica nosso espírito, salva nossas memórias. As palavras ganham seus contornos pelo olhar de quem as reconhece. Devemos ter intimidades com as letras.

2 comentários:

Monnie Lobo disse...

Não conseguiria descrever melhor :D

Poeta da Colina disse...

O que não termina no coração, termina na palavra.