segunda-feira, 22 de abril de 2013

Doces e cruas...

Caminhamos em círculos, pegamos atalhos, pulamos degraus, corremos contra o tempo, ficamos em cima do muro. Preparamos resposta, ensaiamos sorrisos, combinamos roupas e intenções, encaixamos nossos sonhos em planos e os planos na nossa falta de tempo, ou de dinheiro. Vendemos as horas do dia para comprar as horas da noite. Envenenamos o corpo e queremos libertar a Alma. Por hábito, cultivamos medos e mornos tons de cinza. Nos apegamos aos detalhes e perdemos o principal. De inúmeros jeitos nos poupamos e nos desperdiçamos, conforme doces ilusões ou as cruas verdades que carregamos. Até o amor em nós chegar...

4 comentários:

Anônimo disse...

Enquanto ele não chega não me reconheço mais! Só encontro paredes, choro, grito por liberdade em vão e aceitar isso me tira o fôlego. Meu alimento é a minha essência, mas também saudade! Tudo tem um preço e a cada voo adiado perdemos a chance de nos sentir plenos!

Poeta da Colina disse...

Ou encontrar o amor em nós.

Raíssa França disse...

Ainda espero o amor chegar para mim. E vou esperando..

Luzia Trindade disse...

Verdade. Belo texto!