domingo, 29 de abril de 2012

Amo-te...

"Amo-te como se ama ao vento, neste eterno descontentamento de alma poisada no ar. Amo-te sem loucura, cobiça, pecado. Amo-te porque tens que ser amado. Amo-te porque a morte existe, e em meu seio reside, assim como no teu olhar. Amo-te agora, e por ventura somente agora e num amanhã talvez... Amo-te tanto, que mesmo fraco o meu canto; amo-te. Amo-te com a bravura que me foi abençoada, amo-te com decência, amo-te com doçura, nobreza e liberdade existentes somente em virtude da verdade de um sem futuro te amar. Amo-te, Amo-te! Amo-te amar! E amo-te nesta doença de descrença que sobre mim se abateu; mas amo-te para um sempre, que tu, amor!, nunca foste meu".
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(Brunna. daqui.)

2 comentários:

Maya Quaresma disse...

Que lindo. Quanta doçura, quanta elegância! Não conhecia esta moça de beleza singular em suas palavras. É esse amor que eu almejo. O amor sincero, doce... não aquele feroz... isso para mim não é amor.

Beijo a ela, e a ti, Guilherme!

Maya Quaresma

Poeta da Colina disse...

O amor é livre, jamais posse.