sábado, 25 de fevereiro de 2012

Tempestade...

O que teria sentido nas tempestades,
O que seria sentido nos vendavais...
Saber a gaivota quando passeia no azul,
Andorinha sabe no vento quando voa lá do sul.
Quando saíres da tempestade
Já não serás a mesma pessoa.
Entre as tormentas, na verdade,
Aprendemos no tempo, com a idade,
Que a vida tão leve soa.
Versar a chuva o seu papel
caindo toda do céu.
...trazendo à terra prosperidade.

6 comentários:

mfc disse...

Estamos continuamente em aprendizagem!

Brunna disse...

Lavar a alma.. com chuva, e poesia.

Maya Quaresma disse...

Lindo!

Erica Gaião disse...

Acho que nunca somos os mesmos em circunstância alguma. O que acontece é que com o tempo aprendemos a pressentir as nossas alterações climáticas e conviver melhor com elas: Posso atravessar tempestades feito águia ou voar para o sul, feito as andorinhas. Tudo vai depender de "como" eu quero mudar para, enfim, evoluir e prosperar...

Arianne Carla disse...

O que teria sentido, hein? Estamos sempre nessa tempestade da vida, Guilherme. Ou a gente ignora e vive poesia, ou se atormentamos e choramos na poesia também. Estou seguindo e te coloquei na minha estante lá no blog só para ficar atenta as suas atualizações. (:

Beijos, um ótimo domingo.

Izabela Cosenza disse...

ah, a vida. dinâmica e ritmada em tango: tempestade e calmaria. cabe a nós saber do bom e ruim e do aprendizado do tudo que vem.

bonitas palavras, guilherme.