Quando desperto viveu miséria;
Adormeceu e sonhou riquezas,
Eram bençãos e não moedas;
Eram milagres e não tristezas.
Tinha ele nome,
sentia ele fome,
no mundo era pobre,
além dele, não.
no Amor que vivia,
a Alma se ria
da esperança comia
como se fosse seu pão.
4 comentários:
O amor não mede riquezas mesmo, teno um amor ao lado.
Beijo querido, faz tempo que não aparece por la.
Beijo
A alma vive de essências raras.
Adoro o que vc escreve e ja postei algumas(claro com seu nome como o autor)embora nao saiba mexer aqui nesse mundo de blog rs...gosto muito mesmo...
Que a esperança seja nosso pão de cada dia .
Bjo :)
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