segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Riquezas...

Quando desperto viveu miséria;
Adormeceu e sonhou riquezas,
Eram bençãos e não moedas;
Eram milagres e não tristezas.
Tinha ele nome, 
sentia ele fome,
no mundo era pobre,
além dele, não.
no Amor que vivia,
a Alma se ria
da esperança comia
como se fosse seu pão.

4 comentários:

Tati Lemos disse...

O amor não mede riquezas mesmo, teno um amor ao lado.

Beijo querido, faz tempo que não aparece por la.

Beijo

Poeta da Colina disse...

A alma vive de essências raras.

Arco-Íris de Frida disse...

Adoro o que vc escreve e ja postei algumas(claro com seu nome como o autor)embora nao saiba mexer aqui nesse mundo de blog rs...gosto muito mesmo...

Daniela disse...

Que a esperança seja nosso pão de cada dia .

Bjo :)