domingo, 4 de dezembro de 2011

Relâmpago...

Quando na escuridão de nós mesmos confundimos pedras velhas com as preciosas que pensamos guardar dentro, enganos com acertos que ousamos saber quais, plenitude com prazer que sentimos ser ambos iguais, basta que o Amor se aproxime tal como o relâmpago; apenas uma fração, um encontro, uma esquina certa, uma entrega, um breve mergulho para alumiar todo o caminho, no tempo de nos apercebermos o que de verdade carregamos nas mãos, e no próprio peito.

7 comentários:

Alê disse...

...prenuncio de uma tempestade, talvez....

Barthes disse...

O amor nos redime...
Texto saboroso.

Solange disse...

maravilhoso!
só o amor pra limpar o nosso engano..

bjs.Sol

Tainá Gonçalves disse...

Escrito sublime!

Ellen Brito disse...

Amor sempre é a solução (?)

Elizabeth Regina disse...

Lindo de ser lido, melhor ainda de ser sentido! Obra de um verdadeiro poeta, papavras gestadas num coração em ebulição. Parabéns, Menino da Ilha. Estou me tornando sua fã!!!!!

Carol disse...

Quando gosto muito de algo, tenho que ler várias vezes e saborear... Que delícia de texto! Lindo!