"Tinha vantagens não saber do inconsciente, vinha tudo de fora, maus pensamentos, tentações, desejos. Contudo, ficar sabendo foi melhor, estou mais densa, tenho âncora, paro em pé por mais tempo. De vez em quando ainda fico oca, o corpo hostil e Deus bravo. Passa logo. Como um pato sabe nadar sem saber, sei sabendo que, se for preciso, na hora H nado com desenvoltura. Guardo sabedorias no almoxarifado."
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(Adélia Prado)
3 comentários:
Coisa boa de ler Gui! Obrigada!
Beijosss
a beleza de certas palavras nos atravessam...
Ótimas escolhas as suas.
Abraço
sou como Adélia neste poema..
e vc?
bjs.Sol
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