segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Desmascarada...

“Chegava em casa e quase não falava, esgueirava-se, imperceptível, a qualquer instante, como se temesse ser desmascarada. Fechada em seu quarto no final do corredor, como se esperasse que lá, em algum momento, alguma coisa aconteceria. Camilla parecia estar constantemente esperando alguma coisa, um aceno, uma carta, um sinal, alguém que chamasse o seu nome, Camilla”.
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(Carola Saavedra)

Um comentário:

Solange disse...

às vezes me sinto assim..

bjs.Sol