Quando no mais escuro mergulho a vida se encontra imersa; quando no silêncio ela se faz ouvir pelos quatro cantos de direções confusas, é o antevir do dia que (se) esclarece, e o início do despertar dos que ainda dormem. A vida nos conta pelos ciclos, os símbolos e ciclos nossos, de uma verdade que nos abarca e somente se revela, aos límpidos olhos do espírito. As nuvens que, assim escondem o sol nascente, são como os pensamentos que encobrem o lume da Alma que sente. As estações que enfeitam a natureza de contrastes, tal qual é o homem que vive seu luto, seu descanso, seu florescer e o seu trabalho. O homem é reflexo do que o transcende.
Afinal, assim como é em cima, também é embaixo.


2 comentários:
gostei muito :)
Em silêncio... Um espaço entre o pensamento e o sentir!!! Lindo!
BeijooO*
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