"Quando já não havia outra tinta no mundo o poeta usou do seu próprio sangue.
Não dispondo de papel, ele escreveu no próprio corpo.
Assim, nasceu a voz, o rio em si mesmo ancorado.
Como o sangue: sem voz nem nascente."
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(Mia Couto)
sábado, 2 de abril de 2011
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3 comentários:
mas de um vermelho que inspira a vida..
bjs.Sol
muito muito bonito.
marcado ou não em nossa pele, são nossos os versos.
beijo
Que lindo isso.
Mia é uma coisa.
Um beijo!
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