sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fôlego...

(...) flores não mais a convenciam. Chocolates idem; poderia comprá-los em qualquer supermercado. Convites ao cinema lhe eram indiferentes, pois, queria mesmo era viver estória bonita ali contada. Um romance de livro talvez. Assim, o cortejo perdeu seu viço; os elogios, a graça. Queria, sim, perder o fôlego, e o juízo. Encontrá-lo num desencontro destes por aí, quem sabe. E assim o esperava.

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