terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ciclo...

Ela... tal como o urubu, no despertar da manhã, estende largo seus braços à espera do porvir, tenha o Sol despontado no alto ou estejam as cinzas nuvens todas no céu,  ainda que se alimente daquilo que já morreu; mas que a sustenta. E mal sabe ela que é por isso que a transformação há de chegar. Seja das coisas do mundo, ou de dentro dela mesma. Ela é peça no ciclo do renascer, do morrer e do recriar.

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