quarta-feira, 30 de junho de 2010

Estudo dos Chakras (parte I)...

"(...) À medida que nos familiarizamos com o sistema de chakras, percebendo como eles refletem o ciclo natural de amadurecimento, torna-se possível trabalhar com esse sistema como uma forma de estudarmos a nós mesmos e, de percebermos em que áreas de nossas vidas provavelmente surgirão os desafios.

O amadurecimento a que me referi anteriormente está subdivido em sete níveis os quais também refletem as sete questões básicas que surgem nas situações que enfrentamos em nossas vidas diárias, pelo fato de nossa estrutura de vida tridimensional, ser composta por sete dimensões vibratórias em perfeita correspondência com os diversos planos de vida do Cosmo. Bem, antes então de entrar diretamente no assunto, apenas para facilitar o entendimento a quem chega ao assunto pela primeira vez, utilizarei como exemplo para fins de compreensão sobre o funcionamento de cada chakra, um cenário muito comum a todos, se não na vida real, ao menos em filmes e novelas, que é uma reunião de negócios, portanto, imagine-se nessa reunião...

Ao entrar na sala de reuniões, você instintivamente a examina nitidamente para ter idéia das condições físicas do local, inclusive para ver onde é melhor sentar para ficar mais a vontade. Essa é uma questão do primeiro chakra, ou chakra básico, que é ligado à nossa segurança física e à nossa proteção.

A seguir você avalia o material que preparou e o seu relacionamento com as pessoas presentes. Você percebe onde as lutas de poder provavelmente ocorrerão e com quem. Essa é a energia de controle e do poder em relacionamentos e assuntos materiais do segundo chakra, ou chakra umbilical.

Em terceiro lugar, você se prepara para apresentar seus dados ou defender sua posição. Reúne todo o seu poder e concentra-se para não perder o seu controle interno ou, se conscientiza de que se sente intimidado pela circunstância. Em ambos os casos, esse é o processo de avaliação do terceiro chakra, ou chakra do plexo solar, relacionado ao seu poder pessoal.

Em quarto lugar, você traz suas emoções para a situação, junto com a sua necessidade pessoal de aceitação e de apreciação. Essa é uma influência do quarto chakra, ou chakra cardíaco.

Nesse momento, você vai querer modificar a situação, fazendo com que sua presença seja notada e impor, até certo ponto, a sua própria vontade durante a reunião. Você certamente vai querer contribuir com sua energia e essa é a energia do quinto chakra, ou chakra laríngeo.

Nesse ponto da reunião, suas idéias serão naturalmente avaliadas e essa é a energia do sexto chakra, ou chakra frontal.

Ao sair da reunião, automaticamente você irá avaliar o seu desempenho, sabendo de uma forma ou de outra, que todas as decisões que você tomou afetaram o todo, pessoal e profissionalmente. Essa é a energia do sétimo chakra, ou chakra coronário.

O ciclo dos sete chakras principais se repete constantemente nas nossas vidas, em cada uma das situações e relacionamentos da nossa vida. Sendo assim, onde quer que você sinta uma dificuldade, reveja o sistema dos chakras em sua seqüência de questões e localize onde você se sente bloqueado. Então trabalhe o bloqueio para se fortalecer. Essa é uma forma de medicina preventiva altamente eficaz.

Em breve, o conhecimento do sistema energético humano irá finalmente se fundir à medicina ocidental. Isso até já acontece em pequenas doses, mas à medida que comecemos a conhecer mais sobre nosso mental, este conhecimento terá que ser incorporado à nossa compreensão de como são criadas a doença e a saúde.

Passemos então aos chakras. Eles são os tradutores de nossas memórias pretéritas, na verdade os portais interdimensionais que nos permitem ter acesso à energia necessária para vivermos nossas experiências de vida. Eles funcionam como órgãos, por onde entra e é dispensada pela sua superfície, a energia vital vinda dos nossos corpos sutis. Energia essa que é harmonizada e distribuída ao corpo físico, através das diversas glândulas endócrinas. A livre fluência de energia nos chakras garante um bom fluxo de energia vital, propiciando saúde.

A palavra chakra é um termo sânscrito que significa roda, pelo fato dos chakras serem vistos por quem consegue enxergar energias sutis, como rodas de luz girando. Os chakras são estruturas energéticas oriundas de fontes superiores. São centros de força, verdadeiros vórtices, por onde os dinâmicos campos magnéticos da personalidade espiritual se ligam ao físico. Tem aparência de flores girando constantemente. Eles têm cerca de 15 cm de diâmetro e se localizam a aproximadamente 2,5 cm do nosso corpo físico.

Eles são órgãos que pertencem à fisiologia transcendental do espírito, enquanto vivendo como ser humano, cujas forças quando ativamente animadas, recebem contínuos fluxos de energias cósmicas e outras exteriores ao corpo, emanadas da natureza, tratando-se de uma espécie de transformadores de voltagem, cujas energias depois de moduladas, especificamente, têm as suas peculiaridades, com velocidade autônoma rotativa, colorida, luz e frequência própria, conforme as necessidades e exigências orgânicas momentâneas do corpo físico ou do espírito humano.

Eles correspondem individualmente aos locais específicos dos plexos no corpo físico. O Corpo Astral, que os comanda, possui turbilhões, ou muitos vórtices, que servem de ligação à captação das vibrações e dos elementos fluídicos do plano astral que nos envolve externamente e, passa tudo à parte solidificada do astral em nosso corpo físico, os nervos, através do qual eles atuam.

Quanto aos nervos, é justamente o aglomerado deles no corpo físico que produz os plexos, que ativam e sustentam com mais intensidade estes vórtices; ao passo que no resto, no corpo astral, onde os nervos correm sem formar estes nós, apenas aparece na forma de aura simples, que ao chegar à altura dos plexos nervosos, irá girar com a sua intensidade específica, estabelecendo verdadeiros canais de redemoinhos de sucção, expulsão ou exaustão, segundo necessidade apresentada.

Na verdade, eles são tais como exaustores ou ventiladores que giram quando por eles passa o ar, os chakras, ao darem passagem à matéria astral, giram de dentro pra fora, ou de fora para dentro. A aparência dos chakras é de pequenos exaustores ou ventiladores, com suas pás ou pétalas, que giram incessantemente, a não ser que estejam enguiçados por mau uso ou sob ataque externo de obsessores ou mesmo por processos de magia negra, já que a corrente de ar que por elas passa é constante, enquanto vida houver. Qualquer anormalidade no ritmo ou harmonia de algum chakra resulta em perda de vitalidade e doença.

Um chakra desenvolvido é uma porta aberta para o plano astral, permitindo contatos com os espíritos desencarnados evoluídos ou não. No entanto, achamos que o desenvolvimento forçado, artificial, provocado conscientemente, é mais prejudicial do que benéfico, se não estivermos preparados.

Como a natureza não dá saltos, o Universo nos dará a ferramenta certa, na hora própria, para sermos seus instrumentos na construção de um mundo melhor. A principal finalidade do homem encarnado não é perceber nem atuar na quarta dimensão, normalmente tão imperfeita e falha como o plano físico tridimensional. Aqui viemos mesmo é para evoluirmos a outros planos superiores.

Quando o homem em espírito, diante de suas imperfeições, precisa e merece a reencarnação, em qualquer situação evolutiva, ele precisará primeiramente revestir-se de material astral, que posteriormente irá condensar-se na matéria. Mas isso constitui uma transição e não um estado próprio do homem, que antes de tudo é espírito, criado à imagem e semelhança de Deus, por ser uma centelha sua. Nesta ocasião os chakras serão abertos naturalmente, isto é, pela própria natureza fisiológica e orgânica, quanto ao físico e transcendental, quanto ao plano espiritual.

Se for o caso, o individuo por sua própria escolha, prova ou merecimento, ou até como mensageiro missionário, na terminologia corrente, poderá nascer com mediunidade acentuada e então precisará educar essa mediunidade, mas não como se diz comumente, desenvolve-la forçadamente quando não exista, o que somente irá perturbar e atrasar o seu progresso evolutivo.

Mas, voltando ao tema, os chakras se localizam no duplo etérico e são responsáveis pela recepção e distribuição das energias mentais, astrais e etéricas de acordo com a necessidade do ser. Os chakras que presidem atividades da vida espiritual, localizados na cabeça e outras partes superiores, têm velocidade superior aos chakras da vida vegetativa, que se encontram em partes inferiores do corpo. A atividade destes vórtices é aumentada pela evolução da pessoa ou por energia projetada de fora, especialmente para este fim. Provocada, a aceleração dos chakras corresponde a um desenvolvimento espiritual, com grande benefício para nós que acabamos por nos tornar mais vitalizados e ativos. Na medida em que sejam ativados os nossos chakras superiores, consecutivamente aumentam os nossos poderes psíquicos.

Os chakras são capazes de alterar nossos humores e comportamentos, pelas influências hormonais uma vez que estão intimamente ligados à estrutura celular e ao nosso sistema endócrino. A captação das energias alimentadoras dos chakras é efetivada, pela rede de finos canais de matéria energética sutil, chamados pelos iogues de nadis, que dão ao duplo etérico a aparência de uma grade colorida. Segundo os ensinamentos iogues, existem 72 mil nadis ou canais etéreos na anatomia sutil dos seres humanos. Os nadis são, portanto, os condutores da força vital de terapia vibratória. Dentre os 14 nadis maiores, três são de alcance fundamental: Sushumna, Pingala e Ida, sendo que todos os nadis estão subordinados ao canal central, Sushumna, do chakra básico para o chakra coronário. Esse canal central parece atravessar a coluna vertebral onde circula o líquido cérebro-espinhal. No ensinamento oriental, os nadis do corpo físico ou nadis grosseiros são as veias, as artérias e os nervos.

Enquanto não assimilarmos completamente todas as experiências tridimensionais, estaremos encarnando e desencarnando, ou seja, transformando a energia constantemente no jogo de materializar e desmaterializar. A morte e a vida física diferem apenas na forma de apresentação da energia. Diz-se que o espírito abandona a matéria deixando-a inerte, mas vale dizer, que a energia da matéria se transforma em energia de espírito novamente, voltando a realizar a tarefa de elevação de consciência depois que assimilou as experiências da vida física. Enquanto não esgotar todo o aprendizado do sistema ao qual está inserida, retorna por própria vontade e força de atração ao plano físico. Ou seja, a substância espiritual transforma-se outra vez em matéria densa.

A energia universal como já dito mais acima, através dos chakras se densifica quando desce para dentro de nossos corpos, utilizando-se dos nadis e transformando-se nos pontos e nos meridianos da acupuntura de forma que, todos os desequilíbrios somatizados no corpo físico podem ser detectados, através dos chakras antes mesmo deles começarem a existir, por Terapeutas que trabalhem com energia sutil.

Na medida em que os nossos chakras estejam constantemente equilibrados, os desequilíbrios em no corpo físico irão freqüentemente desaparecendo. Existe um laço de regeneração ocorrendo com essa energia, pois o corpo físico vive em função da energia absorvida através dos chakras e, cada um de nossos desequilíbrios se manifesta primeiro em um chakra e, posteriormente em nosso corpo físico.

Imaginemos um ferimento traumático, nesse caso, tanto o nosso corpo físico quanto os nossos chakras ficam simultaneamente desequilibrados. A cura física, seja em qualquer disfunção, ocorre muito mais rapidamente na medida em que nossos chakras sejam constantemente alinhados, depois do trauma físico. Por isso a importância de aliarmos ao tratamento através da Medicina Ocidental, o tratamento da anatomia sutil utilizando-nos das Terapias Vibracionais, para assim proporcionar mais rapidamente a cura do corpo físico.

O movimento dos chakras deve ser rítmico, constante e harmônico para que a energia circule plenamente e haja a perfeita integração entre nosso corpo físico e nosso Eu Superior. E faço aqui um apêndice quanto ao movimento dos chakras, porque eles sempre giram no sentido horário, nunca, portanto, no sentido anti-horário. Faço aqui essa ressalva porque infelizmente, há literatura que diga o contrário. Quando o alinhamento destes pontos acontece, o primeiro e o sétimo chakra sofrem uma inversão polar, dando origem à manifestação de uma outra dimensão de consciência-luz.

Finalizando, os chakras são consciências a serem vivenciadas. Eles não são tridimensionais, mas sim, perceptíveis de um ponto de vista tridimensional, por muitas pessoas que são capazes de vê-los e por mais pessoas ainda, que são capazes de senti-los. A instrumentação científica está até começando a registrar e a validar os chakras como um fenômeno real. O diagnóstico da saúde dos chakras pode ser feito através da cinesiologia, radiestesia, pêndulos, cristais e sensibilidade nas mãos.

Agora que chegamos ao final da abordagem sobre o significado principal dos chakras, começaremos a falar sobre cada um deles detalhadamente. Ressalvo apenas que era necessária toda essa explicação anterior, pois muitos de nós, para compreendermos melhor quem de fato somos, nos perdemos um pouco no que estudar, ficando por vezes com uma falsa concepção das coisas técnicas e, acabamos então nos apegando à espiritualidade, nos colocando a rezar, como se somente isso, ou seja, rezar sem mudar nosso comportamento, fosse suficiente para sermos aprovados em nossas provas de vida.

Os chakras dividem-se em três grupos: inferiores, médios e superiores, conforme a sua localização e finalidade e podem denominar-se respectivamente como fisiológicos, pessoais ou espirituais.

Embora nossa condição tridimensional de vida esteja ligada a sete chakras principais, existem na verdade milhares de chakras. Cada um deles é valioso e serve a diversas finalidades diferentes. Uma área, aliás, fascinante e especialmente rica em chakras concentra-se entre os chakras: frontal e o coronário. Os chakras dessa área servem à finalidade de misturarem-se no coronário, acerando assim a nossa ascensão espiritual.

A seguir, conheceremos um pouco sobre os 12 chakras que hoje em dia já se tornam conhecidos e, sobre alguns outros que sequer citados são por muitas literaturas.

Os primeiros sete chakras citados são os principais dessa nossa forma de vida e, estão localizados na frente do nosso corpo físico (sentimentos), com similares na parte posterior do nosso corpo (centros de vontade).

Em seguida, citarei os cinco chakras que ficam fora do nosso corpo físico, atingindo o décimo segundo, cerca de um metro e meio acima da nossa cabeça. Esses chakras possuem formas de energias necessárias para acessar estruturas interdimensionais. Eles favorecem a conexão com capacidades criativas, ainda inconscientes. Possuem forte ligação com o Corpo de Luz Divina, acessando diretamente o Eu Superior e a Consciência Divina, fonte de toda a vida. É através deles, que é possível densificar a energia de pura Luz Divina e canalizá-la para os corpos sutis. Eles existem, apesar de invisíveis e inacessíveis pelos sentidos tridimensionais. Conforme se eleva o padrão vibratório, é possível percebê-los, senti-los e interagir com eles." (J.C. Palermo)

(Continua...)

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